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    Hoje em dia, dificilmente você conhece alguém que não esteja conectado ao universo das mídias sociais. Essa forma de conectividade revolucionou completamente a maneira com que as pessoas se comunicam, passando também a ser uma importante ferramenta adotada por empresas que desejam divulgar os seus serviços.

    Por mais surpreendente que ainda possa parecer, as redes recebem todo o tipo de público, inclusive profissionais da saúde. O fato é que a atividade médica é cercada de preceitos éticos que podem limitar consideravelmente a exposição digital, o que torna a comunicação um pouco mais restrita.

    No Brasil, as redes exclusivas para médicos ainda não deslancharam. Com isso, os profissionais acabam por fazer uso daquelas que são mais comuns para o grande público, porém para fins de exercício da profissão. E é exatamente aí que está o erro. Esse costume acaba sendo um risco, pois além de existir a chance de ocorrer alguma infração quanto a resolução que dispõe sobre a publicidade médica, também pode acontecer de “vazarem” informações sigilosas dos pacientes, simplesmente pela falta de conhecimento sobre o assunto.

    Por isso, é preciso estar sempre muito atento a todo o conteúdo compartilhado em ambiente digital. Conheça a seguir algumas dicas para que você, profissional da saúde, não caia nas “armadilhas” das redes sociais:

     

    Atendimento somente no consultório

    Você sabia que de acordo com a Resolução 1974/2011, os médicos não estão autorizados a consultar, diagnosticar ou prescrever por meio de qualquer meio de comunicação de massa ou à distância? Isso mesmo! A norma se aplica, inclusive, a consultas por Skype ou outras ferramentas de teleconferência.

    Por isso, não se esqueça: a relação entre médico e paciente nas redes sociais deve se restringir a esclarecimentos de dúvidas e orientações simples, não devendo haver qualquer tipo de cobrança.

    Não leve o consultório para as redes sociais

    Como já foi dito, mas vale reforçar mais uma vez, as mídias sociais realmente fazem parte da nossa vida e gostamos de compartilhar momentos através delas. Porém, é preciso tomar muito cuidado para não fazer do perfil uma extensão do consultório médico. Além de ser proibido, isso pode violar o princípio da confidencialidade do paciente.

     

    E não se esqueça: médicos são formadores de opinião

    É sempre bom ter em mente que médicos são pessoas influentes e importantes formadores de opinião quando o assunto é saúde. As pessoas escutam o que eles têm a dizer e muitas das informações passadas e compartilhadas são tidas imediatamente como verdade, mais em especial pelo público leigo.

    Para evitar que informações erradas sejam compartilhadas por aí, tenha muito cuidado com o que for postar e verifique sempre a fonte das informações.

    Se você encontrar algum estudo novo e achar interessante compartilhá-lo com sua rede de amigos, procure informações sobre os autores e o local onde ele foi publicado. Encontrar o link original é sempre uma boa pedida para evitar o constrangimento de passar um boato adiante.

    Viu como é importante conhecer os princípios éticos para uso das mídias sociais por profissionais da saúde?

    Então confira o conteúdo completo no e-book: 

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