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    Seja para um médico com anos e anos de carreira ou mesmo para aquele que acabou de se formar, a dúvida sempre paira no ar. O custo/benefício, a remuneração e a quantidade de atendimentos necessários são apenas algumas das questões que acabam deixando os profissionais da saúde com o pé atrás na relação com a saúde suplementar.

    Como em toda situação, é claro que há uma série de prós e contras que precisam ser levados em conta na hora da decisão de se filiar ou não a um determinado convênio médico. Por isso, para começar, vale a dica:

     

    Nunca decida sem antes buscar referências. Informe-se!

     

    Pode parecer muito óbvio, mas vale a penas reforçar. Você sempre vai ter um colega de profissão que atende este ou aquele convênio de saúde ou outro conhecido que passou a atender apenas um de sua preferência ou mesmo um terceiro médico que optou por atender apenas de forma particular. A divergência de opiniões é grande e ainda por cima pode variar de acordo com a especialidade, o procedimento, o ambiente de negócios, etc.

    Por isso, busque informações! Entrar em contato e conversar com alguns desses colegas de profissão pode ser um ótimo primeiro passo para ajudar na decisão. Além disso, eles mesmos podem apontar a você o melhor caminho para ingressar neste mundo dos planos de saúde caso você decida que é uma boa! Depois disso, coloque na balança:

     

    As desvantagens

    A maior das desvantagens citadas frequentemente pelos profissionais da saúde é o valor pago pelos procedimentos realizados através dos convênios médicos. Geralmente, o montante é muito inferior quando comparado ao que seria recebido em uma consulta particular.

    Além disso, outra questão é o processo de pagamento das operadoras. Quando se trata do recebimento das consultas e afins, tudo precisa ser rigorosamente documentado, pois a burocracia pode acabar gerando atrasos e, consequentemente,  muito estresse e dores de cabeça. 

     

     

    E as vantagens

    Não se engane! Apesar dos processos burocráticos, existem também diversas vantagens para quem deseja ingressar no universo da saúde suplementar, principalmente para quem está em início de carreira. Isso porque atender em um plano de saúde pode ajudar, e muito, na divulgação dos serviços.

    Em uma perspectiva geral, por conta das facilidades de pagamento e segurança, os números de afiliados a planos de saúde não param de crescer. E sabe o que isso significa? Uma gama enorme de pacientes que podem vir a procurar o seu atendimento. Para você ter uma ideia, o número de beneficiários de planos de saúde aumentou 0,7% de julho para agosto de 2016 no país de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Foram contabilizados 48.347.967 consumidores em planos médico-hospitalares, ou seja, um aumento de 32.148 beneficiários em relação ao mês anterior (maio).

    Com tantos conveniados por aí, é normal que o seu serviço e bom atendimento (humanizado) sejam indicados a outros pacientes. Por isso, criar um banco de dados é fundamental. Assim, se algum dia você decidir se desligar do plano médico, já terá todos os contatos da rede de pacientes e poderá criar estratégias para mantê-los.

    Mas como se credenciar a um plano de saúde?

    Antes de qualquer coisa, é necessário que você escolha o plano de saúde com o qual acredita ter mais afinidade, ou seja, que atenda às suas necessidades. Depois disso, é preciso entrar em contato direto com o convênio para se informar melhor sobre o procedimento, já que cada caso é um caso.

    Cada plano tem as suas próprias regras e diretrizes, mas na grande maioria das vezes o processo tem início com o preenchimento de um documento que formaliza o interesse e solicita o credenciamento. Além disso, existe ainda o processo de análise de documentos, etc.

    Vale lembrar que é proibido que as operadoras de saúde imponham exclusividade de serviços aos profissionais da saúde

     

    Mais uma dica: Qualquer dúvida que você tiver, o ideal é se informar melhor no próprio site na ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e diretamente com as operadoras de saúde suplementar. Assim você garante uma decisão mais assertiva e eficiente. 

     

    Confira também: Consulta médica: quanto tempo deve durar

     

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